A Estação das Artes Produções, através de um edital público da SECEC-RJ (Secretaria Estadual de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro), viabilizado com recursos do Governo Federal (PNAB/MINC), vem realizando, desde o ano passado, um projeto de “Revitalização Funcional” do Memorial Zumbi dos Palmares em Volta Redonda-RJ. O projeto, que contou com a parceria da Prefeitura Municipal de Volta Redonda, principalmente da Secretaria Municipal de Cultura e da Secretaria Municipal de Obras, vai dotar o referido espaço público de diversas melhorias, entre as quais: climatização, aquisição de projetor e tela, aquisição de aparelhagem de som, aquisição de notebook’s com acessibilidade, instalação de corrimãos, instalação de piso tátil, adequação de banheiro para PCD, adequação de vaga de estacionamento para PCD próxima ao Memorial Zumbi, funcionamento de câmeras de monitoramento, sinalização, mapa tátil em Braille, pintura, iluminação, revisão das instalações elétricas e hidráulica...
Nesse, que pode ser considerado como um dos períodos mais sombrios da história do Brasil, é preciso destacar a independência, firmeza, sabedoria e humildade de um dos maiores magistrados da história brasileira, que, completando 30 anos de atividade no Supremo Tribunal Federal, foi um dos principais construtores do real significado do texto constitucional. José Celso de Mello Filho , paulista de Tatuí, estudou e se formou nas tradicionais Arcadas da Faculdade do Largo de São Francisco (Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo-USP). Em 17 de agosto de 2019, alcançou, no Supremo Tribunal Federal a mesma idade da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, sendo, no período republicano, o único Ministro da Corte a completar 30 anos no exercício do cargo, passando a fazer parte de um seletíssimo e histórico grupo de membros de Cortes Supremas, que no Brasil era composto somente por José Paulo Figueiroa Nabuco de Araújo, do Supremo Tribunal de Justiça, que permanec...
O Compositor e pesquisador Sergio Vieira vem retomando o contato com seus amigos indígenas Parakanã (Amazônia), com os quais conviveu entre 1991 e 1996. Nessa época Sergio e os indígenas realizaram uma parceria musical e cultural que foi fundamental para o reencontro da etnia com a sua própria cultura, após os contatos desordenados com a nossa sociedade a partir da década de 1960 por causa da construção da rodovia Transamazônica e da Hidrelétrica de Tucuruí, cujo lago inundou parte do seu território. Nos recentes contatos, feitos há poucos dias atrás, Sergio e os indígenas relembraram dos tempos difíceis dos anos 90 e também dos momentos de festa e descontração no grande templo da Floresta Amazônica. Falaram também de novos projetos e futuras parcerias. "Durante os cinco anos em que estive com os Parakanã, os indígenas escreveram poemas no dialeto Parakanã (Tupi) e me pediram que os musicasse com ritmos da MPB (Samba, Bossa Nova e Toada, entre outros) nos contou um Sergio empolga...
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